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Dados do sindicato das empresas revelam queda expressiva nos assaltos e redução expressiva nos prejuízos financeiros do transporte coletivo.
O índice de assaltos nos veículos das sete empresas concessionárias do transporte público de passageiros de Manaus apresentou uma redução expressiva de 70,08% ao longo do primeiro quadrimestre deste ano, quando comparado ao mesmo período do ano anterior.
O levantamento estatístico foi divulgado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas. A queda nos crimes refletiu diretamente no balanço financeiro do setor, já que as perdas financeiras causadas pelas ações criminosas recuaram de dezenove mil reais no ano passado para cinco mil e seiscentos reais no intervalo correspondente deste ano.
O relatório detalhado aponta que foram computadas cinquenta e uma ocorrências nos primeiros quatro meses deste ano. A distribuição mensal dos crimes registrou onze casos em janeiro, seis em fevereiro, onze em março e vinte e três em abril. No recorte por operadora, a Integração Transportes acabou sendo a companhia que sofreu o maior impacto financeiro, contabilizando perdas de três mil e trezentos reais.
O mês de abril concentrou o maior prejuízo geral do período, com dois mil e novecentos reais levados pelos assaltantes, tendo as linhas cento e trinta e cento e vinte e seis como os alvos mais frequentes, com quatro registros cada uma.
Os dados ganham relevância quando confrontados com o histórico do ano passado, ocasião em que a capital amazonense testemunhou duzentas e treze investidas criminosas contra os coletivos no mesmo espaço de tempo. Naquele período anterior, o primeiro mês do ano teve quarenta e quatro assaltos, seguido por setenta e cinco em fevereiro, quarenta e sete em março e outros quarenta e sete em abril.
Os danos monetários sofridos pelas prestadoras de serviço naquela época foram de quatro mil e cem reais no primeiro mês, seis mil e seiscentos reais no segundo, quatro mil e duzentos reais no terceiro e quatro mil reais no quarto mês daquele ano.
O mapeamento geográfico das ocorrências elaborado pelo sindicato também identificou as vias urbanas onde os passageiros e trabalhadores ficaram mais vulneráveis. A zona oeste da cidade concentrou os pontos mais críticos, com a Avenida do Turismo liderando as estatísticas ao acumular seis assaltos, acompanhada de perto pela Avenida Cecília Meireles, que computou quatro casos.




