Apesar do aumento no número de beneficiários, trabalho continua sendo a principal fonte de sustento no Amazonas, respondendo por quase 80% do orçamento
Dados recentes da pesquisa PNAD Contínua do IBGE revelam que, em 2025, aproximadamente 570 mil pessoas no Amazonas foram contempladas por programas sociais governamentais. Esse contingente praticamente dobrou em relação ao ano de 2012, quando o estado registrava 305 mil beneficiários.
Mesmo com essa expansão significativa, o impacto financeiro desses auxílios representa uma parcela de 8,5% na renda média domiciliar por habitante, um crescimento relevante frente aos 3,2% registrados há pouco mais de uma década.
Atualmente, o Amazonas conta com cerca de 2,384 milhões de residentes que possuem alguma forma de rendimento, o que abrange pouco mais da metade da população estadual. O levantamento destaca que, embora o suporte governamental tenha ganhado espaço, o mercado de trabalho permanece como o pilar central da economia doméstica, sendo responsável por 78% dos recursos que entram nos lares amazonenses.
Esse cenário reforça a importância das atividades profissionais para a estabilidade financeira regional.
No cenário nacional, o rendimento médio por pessoa nos domicílios do estado foi fixado em 1. 450 reais durante o ano de 2025.
Esse valor posiciona o Amazonas na 23ª colocação entre as unidades da federação, ficando abaixo da média brasileira, que atingiu o patamar de 2. 264 reais.
Para efeito de comparação, enquanto o Distrito Federal lidera o ranking com rendimentos superiores a 4 mil reais, o Maranhão aparece na base da lista com pouco mais de 1. 200 reais por pessoa.




